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Parceria entre a Pimenta de Ávila Consultoria e a Potamos Engenharia e Hidrologia Por Marcelo Villela, outubro 7th, 2009 - PERMALINK

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O problema da interação dos recursos hídricos com as atividades de mineração apresenta-se sob dois aspectos antagônicos: ora a água sendo útil para o beneficiamento de minério, ora sendo nociva nas ocorrências excessivas durante as chuvas intensas.

A mobilidade dos recursos hídricos e a possibilidade de utilização da água por diversos usuários que podem gerar competições e situações de conflito impõem a necessidade de se estabelecer mecanismos de gestão, para possibilitar o manejo adequado das águas e das estruturas hidráulicas.

A escassez de água em quantidade e qualidade para uso tem se tornado uma realidade cada vez mais presente, cujos impactos tendem a ser cada vez mais graves em todas as esferas, caso não seja implantada uma política sustentável de manejo dos recursos hídricos.

De modo a buscar soluções para superar esse desafio, as empresas PIMENTA DE ÁVILA CONSULTORIA e POTAMOS ENGENHARIA E HIDROLOGIA estabelecem uma nova parceria no mercado de Recursos Hídricos, trazendo, para os seus clientes, alternativas tecnológicas inovadoras e sustentáveis nos aspectos econômicos e ambientais.

Ambas as empresas contam com uma equipe seleta de profissionais altamente gabaritados em problemas de gestão de água, com experiência comprovada nacional e internacional e ao longo de várias décadas, em diversos trabalhos já desenvolvidos no ramo da mineração.

O corpo técnico das empresas é composto por cerca de 30 profissionais dedicados à área de recursos hídricos, que garante a execução de várias tarefas conjuntas dentro dos prazos requeridos pelos clientes. Além dos recursos humanos, as empresas dispõem de softwares de última geração com enfoque em gestão, estando apta para a implantação e operação de sistema de gerenciamento.

Dentre todas as atividades relacionadas ao Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos, incluem-se:

- Modelagem matemática aplicada à hidrologia, hidráulica, hidrogeologia e hidrogeoquímica;

- Estudos hidrológicos e hidráulicos para dimensionamento e projeto de barragens e obras hidráulicas em geral;

- Estudos de ruptura hipotética de barragens e mapeamento de áreas potencialmente inundáveis;

- Elaboração de Planos de Gestão de recursos hídricos, da qualidade de efluentes e de resíduos sólidos;

- Levantamento de disponibilidade e demanda hídrica, visando o suprimento de unidades operacionais;

- Modelagem do escoamento em rios, canais e reservatórios, com o transporte de contaminantes e o mapeamento de parâmetros físico-químicos;

- Preparação de documentação e acompanhamento de processos de outorga de uso da água;

- Estudos sedimentológicos e de hidráulica fluvial;

- Monitoramento de vazões em rios, canais e condutos forçados;

- Estudos de contaminação e remediação do solo e águas subterrâneas;

- Drenagem de cavas e pilhas;

- Sistemas de alerta contra inundações;

- Sistemas de alerta de seca;

- Desenvolvimento, implantação e operação de sistema para gerenciamento de recursos hídricos na mineração.

Deve ser salientada a atuação da PIMENTA DE ÁVILA CONSULTORIA nos estudos mais recentes de ruptura hipotética de barragens, em virtude de sua importância na segurança e na elaboração de

Planos de Ações Emergenciais e da atenção especial dispensada a esse assunto pelos órgãos de controle e fiscalização ambiental. Esses estudos compõem os Planos de Ações Emergenciais, requeridos pela atual regulamentação do Conselho de Política Ambiental (COPAM), DN nº 62 de dezembro/2002.

Nesse sentido, a Empresa possui ferramentas tecnológicas modernas e robustas de modelagens matemáticas e de Sistema de Informação Geográfica (SIG), que subsidiam a simulação de cheias decorrentes dos eventos de ruptura hipotética de barragens e o mapeamento das áreas potencialmente inundáveis.

Destaca-se, ainda, a elaboração dos Planos de Gestão das Águas de grandes áreas industriais, como os casos do Terminal Portuário Ponta da Madeira, de propriedade da VALE (São Luís/MA), e de todo o complexo minerário da MRN - Mineração Rio do Norte (Porto Trombetas/PA) e ainda o desenvolvimento de ferramentas de gestão de recursos hídricos para unidades da VALE no sistema norte e sul.

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China tem interesse em projeto da Anglo American no Brasil Por Agência Estado, outubro 7th, 2009 - PERMALINK

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A mineradora Anglo American tem sido procurada por companhias chinesas, interessadas numa fatia no planejado projeto de minério de ferro Minas Rio no Brasil, informou o jornal The Australian em seu site ontem. A reportagem citava a executiva-chefe da Anglo, Cynthia Carroll.

“Nós fomos procurados por vários possíveis parceiros muito ansiosos para entrar no projeto conosco”, afirmou ela. Os grupos chineses estão entre os possíveis investidores, disse Carroll, mas a Anglo American quer trabalhar mais nos planos de desenvolvimento e em exigências de capital para as fases futuras antes de escolher um parceiro, informou o site.

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Exportação de minério pela Índia cresce 41% em agosto ante ago08 Por Agência Estado, outubro 7th, 2009 - PERMALINK

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As exportações de minério de ferro pela Índia aumentaram 41% em agosto em comparação com igual mês do ano passado, para 6,2 milhões de toneladas, ajudadas pela expansão da demanda das siderúrgicas chinesas, informou a Federação das Indústrias Minerais do país.

A Federação cita dados da MMTC, uma grande trading estatal que lida com importação e exportação de carvão, minerais, ouro e óleos comestíveis.
A Índia é o terceiro maior exportador de minério de ferro do mundo. No ano fiscal terminado em março, o país embarcou 106 milhões de toneladas de sua produção de 223 milhões de toneladas da commodity.

A maior parte dessa remessa foi para a China. O presidente Federação, Siddharth Rungta, disse que o aumento das exportações de minério deverá continuar pelo menos até outubro, em parte porque os embarques em igual período do ano passado foram baixos.

Rungta acrescentou que não espera que os preços do minério de ferro na Índia vão subir acentuadamente por causa do aumento dos embarques em agosto. “Esperamos que os preços de exportação ficarão rondando a faixa de US$ 55 a US$ 65 por tonelada no atual ano fiscal”, disse ele, acrescentando que as exportações cresceram apenas 1,7% no acumulado de abril a agosto em relação a igual intervalo do ano passado.

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Yamana Gold lucra US$ 95,6 milhões no semestre Por Brasil Mineral, setembro 2nd, 2009 - PERMALINK

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A Yamana Gold anunciou um lucro líquido de US$ 95,6 milhões (ou 13 centavos de dólar por ação) nos seis primeiros meses de 2009. A receita total da companhia no período somou US$ 514 milhões. A produção de suas minas foi de 561,056 mil onças de ouro equivalente.

No último trimestre, o lucro líquido foi de US$ 9,6 milhões, a receita somou US$ 269,8 milhões e a produção alcançou 289,574 mil onças equivalentes de ouro. Durante esse período, a Yamana iniciou a operação comercial da mina de Gualcamayo, na Argentina, e vendeu as minas de São Francisco, São Vicente e San Andrés.

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Petrobras tem o maior lucro do setor produtivo das Américas Por Agência Estado, setembro 2nd, 2009 - PERMALINK

brA Petrobras registrou no segundo trimestre deste ano o maior lucro entre as empresas não-financeiras de capital aberto da América Latina e Estados Unidos, segundo levantamento da consultoria Economática. O lucro líquido da petrolífera brasileira de abril a junho foi de US$ 3,963 bilhões, ficando atrás apenas do banco norte-americano Citigroup, com ganhos de US$ 4,279 bilhões, se consideradas as empresas financeiras.

Entre os 20 maiores lucros de empresas apenas latino-americanas, encontram-se 12 brasileiras, com destaque para os bancos: Itaú Unibanco, em terceiro lugar, com lucro de US$ 1,317 bilhão; Banco do Brasil, em quarto, com US$ 1,203 bilhão; Bradesco, em quinto, com US$ 1,177 bilhão; e Santander, em 19º, com US$ 301 milhões. Além da Petrobras, que liderou o ranking de lucros da América Latina, completam a lista as empresas brasileiras Vale, em 6º, com US$ 752 milhões; AmBev, em 7º, com US$ 705 milhões; Braskem, em 8º, com US$ 592 milhões; Itaúsa, em 9º, com US$ 516 milhões; TAM, em 11º, com US$ 404 milhões; Cesp, em 13º, com US$ 366 milhões; e Aracruz, em 18º, com US$ 312 milhões.

De acordo com a Economática, o levantamento considerou todos os relatórios enviados aos organismos reguladores de cada país da América Latina e Estados Unidos até o dia 1º de setembro. No caso do Brasil, a consulta foi à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo que a Economática converteu os valores originais pelo dólar Ptax venda do dia 30 de junho.

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CSN prevê exportar 25 mi t de minério em 2009 e 35 mi t em 2010 Por Agência Estado, setembro 2nd, 2009 - PERMALINK

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As exportações de minério de ferro da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) devem chegar a 25 milhões de toneladas em 2009, sendo 14 milhões oriundas de Casa de Pedra e 11 milhões da Namisa. Em 2010, os embarques devem chegar a 35 milhões de toneladas, segundo o diretor executivo de mineração da CSN, Juarez Saliba.

No ano passado, a companhia exportou 14,3 milhões de toneladas. Segundo o executivo, a demanda por minério está melhorando em uma velocidade “impressionante” nas últimas semanas, em especial no mercado europeu, que voltou a consumir minério “de forma razoável”. A empresa exportou menos minério no segundo trimestre de 2009 em comparação ao primeiro devido à baixa oferta por navios para embarques em maio e junho. As vendas somaram 4 milhões de toneladas, queda de 1,4 milhão de toneladas nesta comparação. No entanto, o desempenho já começou a melhorar.

Em julho, a companhia atingiu exportações recordes de 2,4 milhões de toneladas no porto de Itaguaí, próximo do ritmo anual de 30 milhões de toneladas, que é a capacidade do porto. “Esperamos exportações melhores no segundo e no terceiro trimestres”, disse em teleconferência com analistas realizada há pouco.

Segundo Saliba, a CSN está recebendo solicitações de embarques da Europa todos os dias. Ele explicou que esta alta está pressionando o mercado à vista chinês. “O preço do minério de ferro à vista na China já chegou a US$ 105 por tonelada, o que mostra a recuperação do mercado”, disse.

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ArcelorMittal Monlevade investe R$ 4,5 milhões Por Brasil Mineral, setembro 2nd, 2009 - PERMALINK

arcelormittalA ArcelorMittal Monlevade está investindo R$ 4,5 milhões este ano na preparação da estrutura interna da usina para substituir o consumo de gás liquefeito de petróleo (GLP) e gás natural comprimido (GNC) por gás natural, a partir do primeiro semestre de 2010. O montante inclui a aquisição de equipamentos, tubulação, montagem e obra civil na aciaria, fornos de reaquecimento na laminação e equipamentos auxiliares.

O consumo da unidade é de 1,6 milhão de m³/mês de gás. O projeto, orçado em R$ 9,5 milhões, teve início em 2005 e está integrado à construção do gasoduto da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), que ligará Ouro Branco à região mineira do Vale do Aço, um trecho com 112 km de extensão.

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Buritirama deve investir US$ 400 milhões no PA Por Agência Estado, agosto 6th, 2009 - PERMALINK

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A Mineração Buritirama anuncia investimento entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões em um projeto que inclui reflorestamento, produção de carvão e usina metalúrgica de ferroligas de manganês, em Marabá (PA). A capacidade de produção da usina será de 120 mil t/ano e o projeto será desenvolvido a partir de 2010. A entrada em operação é prevista para 2015. Há a possibilidade de a Buritirama ter um sócio no projeto.

Caso isto aconteça, o presidente da Companhia, Sílvio Tini, afirma que o controle será divido em 50% para cada uma. O sócio terá direito a uma fatia das ferroligas produzidas, de acordo com a participação na empresa. A usina pode ser suprida pela hidrelétrica de Belo Monte e se prevê o uso de transporte fluvial da hidrovia do Tocantins e o porto de Vila do Conde para exportar a liga. A Buritirama já deu início ao trabalho de reflorestamento de fazendas no Pará com plantio de eucalipto para obter o carvão a ser usado na usina.

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MMX espera avançar em negociações sobre venda de participação à Wisco Por Agência Estado, agosto 6th, 2009 - PERMALINK

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A direção da MMX espera “para breve” visita de representantes da siderúrgica chinesa Wuhan Iron and Steel Company (Wisco), com o objetivo de avançar nas negociações sobre a compra de participação acionária e de minério da empresa brasileira. As conversas foram iniciadas em maio e, em junho, a Wisco anunciou uma oferta por 9,09% da controladora MMX e de 23% da MMX Sudeste, que opera dois sistemas minerários em Minas Gerais.

“Não há prazo para conclusão das negociações, estamos concentrados em maximizar o valor para nossos acionistas. A Wuhan enviará delegação ao Brasil em breve e esperamos avançar mais um passo”, disse o diretor-presidente da MMX, Roger Downey, em teleconferência com analistas. Além da venda de participação, MMX e Wuhan negociam detalhes de um contrato de compra e venda de minério da MMX Sudeste, que deve atingir a capacidade de 33,7 milhões de toneladas por ano em 2013.

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Caterpillar tem lucro maior que o esperado, eleva previsão anual Por Agência Estado, agosto 6th, 2009 - PERMALINK

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A fabricante norte-americana de equipamentos pesados Caterpillar divulgou nesta terça-feira lucro maior que o esperado e melhorou sua expectativa de desempenho anual, citando sinais de estabilização dos mercados mundiais de crédito e economias.

A companhia, maior fabricante mundial de veículos de mineração e construção, informou lucro líquido de 371 milhões de dólares para o segundo trimestre, ganho equivalente a 0,60 dólar por ação, ante 1,11 bilhão de dólares, ou 1,74 dólar por ação, um ano antes.

A receita caiu 41 por cento, para 7,98 bilhões de dólares. Sem considerar custos associados a demissões e reestruturação, a Caterpillar teve lucro de 0,72 dólar por ação. Analistas, em média, esperavam que a companhia divulgasse lucro líquido de 0,22 dólar por ação, sobre vendas de 8,36 bilhões de dólares, segundo a Reuters Estimates.

Os resultados melhores que o esperado impulsionavam as ações da Caterpillar no pregão eletrônico. A Carterpillar elevou a sua previsão de lucro anual para uma faixa de 0,40 dólar a 1,50 dólar por ação, com um ponto médio em 0,95 dólar por papel. Quando divulgou o balanço do primeiro trimestre, a empresa havia definido essa estimativa de ponto médio em 0,50 dólar.

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